sexta-feira, 15 de novembro de 2013

FÓRUM MUNDIAL DE DIREITOS HUMANOS- FMDH




Nascido num pequeno vilarejo na região do Transkei, na África do Sul, um país onde a cor da pele marcava o destino das pessoas, Rolihlahla Madiba Mandela, mais conhecido como Nelson Mandela, foi considerado um líder rebelde pelo governo africano por ter sido um dos principais representantes do movimento Antiapartheid, sistema racista oficializado em 1948. Devido ao seu posicionamento, foi considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade.

Formado em direito, começou a participar de encontros do Congresso Nacional Africano (ANC), uma organização que queria estabelecer um governo democrático. Junto com Oliver Tambo, abriu um escritório de advogados especializados em atender os negros contra as leis do Apartheid.

Em 1960, o governo africano tornou ilegal o ANC. Mandela, então, entrou para a clandestinidade, viajou pelo mundo para falar da sua causa e passou a ser considerado foragido da polícia de seu país. Na época, criou também um exército secreto, o MK ou “Lança da Nação”. Ao retornar à África do Sul, foi preso, acusado de sabotagem e conspiração. Na prisão, Mandela tornou-se o símbolo do movimento contra o Apartheid.

Aos 71 anos, foi nomeado líder do ANC. Em 1993 recebeu o Prêmio Nobel da Paz pela causa que sempre lutou, a igualdade dos povos. Em 1994, os negros sul-africanos puderam votar pela primeira vez nas eleições gerais para a presidência do país. Mandela foi eleito presidente aos 75 anos, depois de 27 anos preso.

Com o fim do mandato, em 1999, ele voltou para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Em 2003, anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada de “46664”, seu número na época em que esteve na prisão. Em 2004, aos 85 anos, anunciou que se retiraria da vida pública.

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